Depoimentos

   

Alexandra Leal Passos Sanchez
Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012

Li seu livro inteiro no final de semana, sem conseguir parar. Me emocionei diversas vezes, me revoltei em outras. Senti dor, senti amor, senti raiva, senti compaixão e nesse misto de sentimentos fui ficando encantada com a sua força, com os filhos maravilhosos que você trouxe ao mundo, com a sabedoria com que o Alê viveu essa luta, sua sensibilidade e sua LUZ. Fiquei encantada com a forma como você transcendeu a sua dor e enxergou além, levantando questões tão profundas sobre a humanidade e a importância de nos conectarmos profundamente uns aos outros, para a construção do mundo melhor que queremos habitar. Obrigada por compartilhar com o mundo, sua luz, sua sabedoria, sua sensibilidade e acima de tudo, SEU AMOR!!

Um beijo com carinho,
Ale

 

Eduarda Correia Ulisses
14 de Fevereiro de 2011

Esse final de semana terminei de ler seu livro, o qual me emocionou bastante. Confesso que não sei onde conseguiste tanta força. Acredito sim que estamos rodeados de anjos e um Deus acima de todos nós, que nos ampara e nos mostra o caminho mesmo quando estamos sangrando com tanta dor. Uma história linda e triste, mas que me ensiou o verdadeiro significado da palavra “superação”. Seu livro é lindo e você é uma pessoa incrível, admirável, uma mulher forte, que não se entrega e que ama muito. Naquela noite em que nos conhecemos já te achei uma mulher sensacional, mas não tinha idéia que você era muito mais do que isso, que só essa palavra é muito pouco para tentar definir uma mulher tão especial como você. No livro você fala que não existe uma palavra que possa explicar a dor da perda de um filho e agora eu te falo que só uma palavra é pouco para tentar descrever a admiração que comecei a sentir por você depois que li o seu livro. Obrigada por compatilhar sua história e por me presentar com o livro… <br>Um grande beijo da sua mais nova admiradora,
Duda

 

Ana Bertina Corrêa da Silva
Segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Comprei o livro no aeroporto e sem indicação de ninguém, apenas vi o título e lembrei de minha filha que quer ser médica e vai fazer vestibular em dezembro. Entrei no avião em um vôo de 3 horas, li quase o livro inteiro com a esperança que Alê se recuperasse, mas terminei de ler no vôo de volta para minha casa. Foi o livro mais lindo que já li em toda minha vida. Quando cheguei ao fim, eu estava em prantos no avião e o comissário de bordo perguntou se eu estava bem, então respondi: “estou com saudades do Alê sem ao menos tê-lo conhecido”.
Fica com Deus Alê, porque você é especial!
Ana

 

Andressa dos Santos Kodama
Quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Graziela, gostaria de parabenizá-la pela escrita tão emocionante e tocante deste livro, pela força e coragem para viver intensamente cada momento tão dificil, e pela maravilhosa vida de ‘Alê’. Tão pequeno mas que nos ensinou tanto sobre a vida! Estou no quinto ano de medicina e vejo o quanto nossos professores nos ensinam sobre relacionamento médico-paciente e alguns tão pouco executam o que falam…Mas nunca havia visto um ensinamento tão puro e verdadeiro como o de ‘Alê’. Ele me ensinou a olhar a vida de um modo diferente – quando tudo o que vemos parece desmoronar ainda existe vida, ainda existe um sorriso, ainda existe a pureza de simplesmente viver. Ele me ensinou a ser uma futura médica melhor, a ouvir meus futuros pacientes, principalmente com o coração. E a tarefa mais dificil de um médico é encarar seus pacientes como pessoas, seres humanos e não como sofredores apenas. São pessoas que lutam bravamente pela vida até que não reste nem mais um fio de esperança. Os  ensinamentos do ‘Pequeno Médico’ ficarão guardados para sempre em meu coração e serão para sempre praticados em minha vida. Alê nos comove não só pelo destino que a vida lhe deu, mas pelo modo como viveu cada um desses momentos. Alê venceu e se tornou muito mais que um médico, ele hoje está nos ensinando!!!

 

Ana Duarte
Quinta- feira, 12 de agosto de 2010

Li (de uma só vez…) o livro e, pela primeira vez na vida, chorei sobre as páginas… pelo sofrimento da criança e pela força e determinaçao da mãe. Agora que sou mãe, consigo perceber onde se vão buscar as forças e a coragem para suportar estes dramas! Este livro é um relato dos mais emocionantes que conheço sobre o amor entre uma mãe e um filho e o laço que nem a morte destrói. acredito fortemente que o Alexandre, onde está, está orgulhoso da forma como a sua mãe honrou a sua memória.
Obrigada por ter escrito este livro, obrigada por me fazer olhar para as minhas filhas com outros olhos e obrigada por me fazer agradecer a Deus todos os dias pela vida que tenho.

 

Maria Soares
Quarta-feira, 04 de agosto de 2010

Tenho dois filhos e confesso que esse livro maravilhoso é uma lição de vida! É a certeza de que existe no mundo seres adoráveis, transparentes e corajosos, e que mesmo nos momentos cruciais nos passam uma paz, uma força; esse foi o caso do Alê – esse “Pequeno Anjo”. Apesar de nos ter cortado o coração com o seu sofrimento, encontrou forças para nos transmitir uma certeza: na vida devemos aproveitar o máximo dos momentos únicos, amar incondicionalmente e vivê-los como se fossem os últimos.
Parabéns à mãe lutadora! Amável!Presente!Única!

 

Elizabete Figueiredo
Sábado, 24 de julho de 2010

Li, chorei, refleti muito… e pedi a Deus para espalhar por todo o mundo pessoas como o Alê, Marcelo e Graziela.
Parabéns pela lição de vida dessa maravilhosa família.
É Sublime demais ter a chance de ler esse livro!

 

Conceição Soares Pimentel
Terça-feira, 20 de julho de 2010

Preciso dizer o quanto me emocionei com o seu livro! Parabéns pela maneira clara e cheia de sentimentos nobres com que você contou a sua trajetória. Em toda a minha vida não me lembro de ter chorado tanto e ao mesmo tempo de ter refletido tanto sobre o sentido da vida, sobre amor incondicional e, porque não, sobre a morte. Nunca vou esquecer das lições de vida dadas pelo nosso grande “Pequeno Médico”, o Alê! Guardarei comigo o livro e farei dele meu livro de cabeceira, pois, para mim, trata-se de uma história de vida, recomeço, aprendizado e, acima de tudo, de amor.
Grande abraço,
Conceição.

 

Carlos Gonçalves
Quinta-feira, 1° de Julho de 2010

Acabei agora de ler o “Seu Pequeno Médico”. Li-o aos poucos, porque o nó na garganta e as lágrimas não me permitiam continuar de uma só vez. Com o seu livro, com o seu querido Alê e consigo recordei a importância de viver com sabedoria os pequenos pormenores da vida. Tenho um filho que amo muito e você ensinou-me coisas sobre a relação com os filhos que preservo com enorme respeito e gratidão. Adoraria ter conhecido esse ser humano maravilhoso que foi o Alexandre. Mas sabe uma coisa? Cada palavra e referencia a ele é como se ele tivesse feito parte das nossas vidas. Este testemunho e a sua coragem perpectuam a vida do Alê em cada um de nós.<br/>Muito grato pela partilha.
Um forte abraço

 

Celia Silva
Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

Vi a sua entrevista no programa “Companhia das manhãs” e não resisti a comprar o livro de imediato, mesmo sabendo a carga emocional do mesmo. O seu relato é lindo dado o drama vivido…cada frase fez-me pensar e olhar para a vida de outra forma, de beijar ainda mais a minha filha. Chorei compulsivamente, não vou mentir, mas guardei cada palavra como uma lição para a vida. Deixo um beijinho e guardarei o livro, na esperança que consiga um autografo…de uma grande mãe que é e que foi para o Alê e de um grande exemplo para mim.

 

Sandra Serafim
Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

A força que consideramos não possuir, existe nos momentos em que o mundo nos foge dos pés – dor intensa.
Sandra Serafim

 

Mathias Carvalho
Terça-feira, 16 de março de 2010

Uma história realmente tocante – de dificuldades e tristezas, e uma postura positiva para o que a vida nos trás; uma história que, de certa forma, continua viva ao nos fazer participar e pensar, como sendo lição para nós.

 

José Renato Silva
Terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Foi uma leitura fascinante e comovente!!! Estava aguardando o embarque no aeroporto de Fortaleza após uma semana de trabalho, quando o título deste livro me conquistou de imediato. Durante as quatro horas de viagem entre Fortaleza e Curitiba, não foram raros os momentos de profunda emoção que senti. Graziela você é um grande exemplo para todos nós. Alê, vc foi fantástico!!!
À Graziela e à sua família o meu abraço fraterno.
José Renato

 

Stephanie White
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Achei fantástica a forma como você conseguiu expor a sua luta, a sua coragem, o seu sofrimento, mas mais do que isso, o amor pela sua família. Agradeço por ter tido a oportunidade de ler a história da sua vida – que também é a história de tantas outras mães/pais/irmãos/avós que ficam no anonimato -, este livro nos ensina muita coisa, entre elas o que um grande médico argentino, Dr. René Favaloro disse certa vez durante uma entrevista: \”La medicina sin humanismo médico no debe ser ejercida\” (a medicina sem humanismo médico não deve ser exercida). Obrigada e fique com Deus.
Stephanie

 

Bruna Mello
Domingo, 29 de março de 2009

Vou guardar esse livro para sempre na minha estante e no meu coração. Eu quero ser médica e quando eu conseguir isso vou me lembrar de cada palavra dita pelo Alê. Ele seria um grande médico, um grande amigo dos pacientes. Quando eu for médica, vou contar ao meus amigos sobre o Alê e sobre o que aprendi no livro, e recomendarei a todos. É uma lição de vida. Ele virou uma inspiração para mim. Eu me orgulho de ter lido a história dele. Ele foi tão forte, tão batalhador e aguentou tudo bravamente. Me senti diferente quando acabei de ler a história.
Mas há uma diferença entre os médicos. Do ponto de vista do paciente, o bom médico é aquele que caminha na direção dele, é aquele que sabe ouvir seus desconfortos e angústias às vezes com os ouvidos, às vezes com os olhos e sempre com o coração.
Essa é a parte que eu mais gosto, que eu mais me identifico. Eu sempre cuido dos meus amigos quando eles se machucam na escola. Alguns até me ligam quando estão doentes. Mas, o mais legal de tudo, é que eles me procuram também para desabafar. Procuram um abraço forte, uma palavra de consolo, e eu me esforço o máximo para dar isso a eles. Me sinto como uma protetora que ajuda em qualquer situação, tanto física quanto espiritual. Com o Alê, percebi que para ser um bom médico é necessario isso mesmo. Essa sensação de que devemos ajudar as pessoas, fisicamente e espiritualmente. Porque elas procuram não só a cura da doença mas a cura daquele sentimento de medo, de pensamentos ruins.
Eu fiquei apaixonada pelo Alê. Pelo seu jeito guerreiro, destemido. E pela senhora que sempre esteve ao lado dele, sem se abater, sem cair, tentando passar confiança para que ele não perdesse o interesse pela vida.
Você é uma mãe muito forte, parabéns.
Bruna

 

Dr. José Carlos Junior Dias
Segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Estou sem palavras para descrever o que acabei de ler. Ri, aprendi e chorei muito com “O Pequeno Médico”. Ri e aprendi com as frases, com a presença de espírito do pequeno Alê. Na lingua portuguesa não há uma só palavra que traduza o que gostaria de passar, o que estou sentindo. Por ser médico, aprendi muito com Alê; reforcei algo que aprendi em casa e com poucos professores – a ouvir e dar valor ao paciente – e me orgulho por isso, vi o quanto é importante.
Grande abraço,
Junior

 

Eliana Caminada
Terça-feira, 06 de janeiro de 2009

Graziela,
Admiro-a pela capacidade de reconstruir sua vida, pela beleza de passar a dolorosa experiência que viveu a tantos de nós, que nos sentimos tão singulares quando somos tão somente ordinários e comuns em nossa finitude.
Beijos. Carinhos.
Eliana

 

Raquel E. Saldivia
Quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Realmente, fiquei muito emocionada näo só pelas suas palavras täo cheias de amor à vida mas também por ter conhecido o pequeno sabio, o guerreiro Alê.. Estou segura de que se Platäo  näo houvesse perguntado ao general Laqués o que  é a valentia,  mas sim tivesse conhecido a atitude do Alê frente a sua doença, já o saberia muito bem.<br><br>Durante minha leitura houve momentos em que chorei, momentos em que ri e também momentos em que pensei muito. Eu quero  lhe dizer que aprendi muito com sua atitude de re-significacäo da terrivel dor pela incansável luta.
Para mim, você é verdaderamente admirável.
Abraços carinhosos,
Raquel Saldivia

 

Patricia Leone
Segunda-feira, 08 de setembro de 2008

Querida Graziela,
A energia que você passa para as pessoas, e esta vontade de viver é contagiante.
Grande Beijo
Patty

 

Dr. João Anacleto
Sexta-feira, 18 de julho de 2008

“Comoção” e “Reflexão” são os dois adjetivos que melhor descrevem o que a leitura de “ O Pequeno Médico” provocou em mim.
Obrigado pelo seu testemunho, Dra. Graziela.
Com os melhores cumprimentos,
João Anacleto

 

Hilton Milnitzky
Sexta-feira, 18 de julho de 2008

Graziela,
Você extraiu de sua experiência de vida o que tinha de melhor.
Você teve a generosidade de não reter apenas para si essa vivência. Transmitiu-a às pessoas já afetadas por questões semelhantes ou simplesmente sensíveis e humanas a ponto de se permitirem ser tocadas pela experiência.
Você dignifica e enriquece a Academia de Sobredotados. Você é muito especial.
Um beijo,
Hilton

 

Denise Bernardini
Quinta-feira, 17 de julho de 2008

Graziela,
Não dá para não se emocionar…
Ao acabar de ler “O Pequeno Médico”, lembrei-me de uma conversa com uma amiga e professora da PUC, quando comentávamos sobre a força que tem a palavra materna na infância, chegando a amenizar profundas dores.
Que bom o Alexandre tê-la como mãe.
Que sorte ter o Alexandre como filho.
Beijos,
Denise

 

Dr. Içami Tiba
Segunda-feira, 7 de julho de 2008

Graziela,
Parabéns pela sua obra e pelo reconhecimento da Academia de Sobredotados ( do Instituto da Inteligência de Portugal ).
Você é uma destas pessoas sobredotadas!
Abraços
Tiba

 

Dr. Nelson S. Lima
Sexta-feira, 4 de julho de 2008

Exma Senhora Dra Graziela Gilioli,
Li o livro no mesmo dia em que o recebi, ele me prendeu pela forma como descreve a etapa dolorosa experimentada por você e seus filhos. Foi algo que me deixou muito emocionado.
Você escreve de uma forma rigorosa cada detalhe, cada momento, cada emoção, cada dor. É um livro-testemunho que ao mesmo tempo, sendo uma homenagem a seus filhos, enaltece o amor de mãe e do ser humano maravilhoso que você seguramente é. Sendo eu pai de 4 filhos (dois gêmeos) não poderia ter ficado mais impressionado com seu Pequeno Médico!
Parabenizo você como autora e mãe. Escrevê-lo foi um ato de coragem.
Nelson S. Lima

 

Marina Epstein
Sábado, 28 de junho de 2008

Graziela, depois de muitos desencontros te encontrei na palestra da Casa do Cuidar! Sou sua fã desde o ano passado quando li seu livro, internada no Einstein… O seu Alê é fora de série, fantástico, não tenho nem palavras pra descrevê-lo, pena que não o conheci; acho que daríamos boas risadas!! Mas fico feliz que conheci a mentora do livro, uma pessoa linda que não quero perder contato nunca!
Marina.

 

Noia Carolina
Quarta-feira, 14 de maio de 2008

Grazi, querida amiga, amei o site, está lindo e chique como você, sou sua fã número 1. Desde o primeiro dia em que te conheci, te admirei pela tua força de retomar a vida, tão difícil após o acontecido com o Alê, infelizmente essa doença é uma droga, sei bem como é. Mas retomar à vida, voltar a estudar, escrever um livro, fazer este site, dar palestras……realmente, você é um exemplo de vida para mim, te adoro muito e torço por você.
Sua sempre amiga,
Noia Carolina.

 

Roseli Aparecida Pizzo
Terça-feira, 13 de maio de 2008

Olá, Graziela,
Gostaria muito de lhe agradecer pela manhã do dia 12 de maio; eu estava presente na palestra no HRAC Centrinho – Bauru proferida para setor de enfermagem. Ficou muito claro que seu filho cumpriu sua missão com a simplicidade de uma criança mas também com a inteligência de um mestre.
Beijos no coração.
Obrigada
Roseli Aparecida Pizzo

 

Lupercio Machado Neto
Sexta-feira, 25 de abril de 2008

Oi Graziela,
Foi um grande prazer conhecer você! Achei seu site muito interessante, um lindo trabalho. Por consequência da minha experiencia de vida, entendo plenamente o que significa: “…viver de um modo em que a dimensao humana esteja mais presente.” Tambem acredito que este seja o principio para a solução de vários problemas no mundo.
Atenciosamente,
Lupercio Machado Neto

 

Raquel Ylamas Vasques
Quinta-feira, 17 de abril de 2008

Parabéns pela sua infinita bondade e por ter nos presenteado com tanta força. Você é admirável!!! Um grande beijo,
Raquel Ylamas Vasques

 

Vinícius Mauricio e Lima
Quarta-feira, 09 de Maio de 2007

Olá! Quero parabenizá-la pelo livro e pela iniciativa do site. Li o livro , ele é um de meus livros favoritos. Sempre quis ser onco-pediatra mas por motivos pessoais acabei aderindo ao jornalismo. Certo dia, estudando sobre o mito de Sísifo – tentando entender o real significado da existência e não simplesmente o viver mecânico – lembrei da história de “Alê “, que entendia muito bem o lado pensante e mais belo da vida. 

Assim como o Pequeno Príncipe, O Pequeno Médico fica nos corações dos leitores.
Beijos, Vinícius

 

Henrique Mutti
Sexta-feira, 20 de março de 2008

Querida Graziela,
O Pequeno Médico me tocou fundo. Quantas vezes, por muito menos, a gente duvida da justiça divina e demanda uma explicação lógica para fatos tão absurdos e incompreensíveis para nós mortais
Quando acabei o livro sai murmurando pela casa ‘… e eu me queixo?… e eu me queixo?… do que?’ Tocou fundo mesmo. Acho que foi a força da realidade que me sacudiu.
Meus parabéns pela apresentação franca de uma tragédia que, com a sua mágica, você conseguiu transformar em uma obra prima literária.
Sinceros abraços e beijos,
Henrique Mutti

 

Dr. Marcelo V. Netto
Segunda-feira, 3 de março de 2008

Olá Graziela,
Parabéns pelo livro e todo esforço na busca de uma medicina mais humanizada!
Os benefícios serão de todos, inclusive dos próprios médicos… melhorando o relacionamento médico-paciente-família!
Um forte abraço,
Dr. Marcelo Netto

 

Lila Martins
Segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Querida Graziela,
Você foi muito feliz em sua comunicação de mãe-continente-amorosa, dedicada ao extremo e fã n*1 do querido e cativante Alexandre que soube trazer sua luz para esses nossos difíceis caminhos pela vida afora……
Um belo recado de amor que merece ser conhecido por todos.
Grande abraço e nosso carinho,
LM

 

Dr. Luiz Paulo Kowalski
Segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Sra Graziela:

Obrigado pela sua participação nessa questão tão importante da humanização da prática médica. A medicina tecnológica é boa e necessária, mas a atenção, o contato e a confiança que deve ser estabelecida entre paciente, família e equipe médica é fundamental. Atenciosamente,
LPKowalski

 

Lucimara de Carvalho
Sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Olá Graziela…bom dia!!
Graziela, não poderia deixar de te enviar um email agradecendo pela maravilhosa leitura, pelo que aprendi com ela e pelo bem que me fez!! E pra minha surpresa o livro surtiu efeitos que eu não esperava. Minha mãe não gosta muito de ler e terminou o livro logo depois de mim. Ficou encantada! Minha filha também está lendo (é super bonitinho qdo ela me pergunta o significado das palavras que não entende) junto com minha sobrinha que mora conosco. Até meu pai que eu nunca vi lendo nada vai ler o livro…
Como disse acima, estou enviando o email como um agradecimento ao bem que me fez, pq tenho depressão e síndrome do pânico e muitas vezes me culpo muito por ficar assim. Nessas horas eu penso em pessoas como o Alexandre, com a força dele, com a alegria e a coragem dele! Quando vejo uma história como essa me ajuda a ter força de vontade pra lutar contra isso. Se vc vier dar palestra aos alunos da Famerp vou fazer de tudo pra comparecer.
Parabéns pelo livro tão emocionante e gostaria de dizer que minha família inteira se solidariza com sua perda e desejo que realmente essa dor possa se transformar num “grito” muito alto às classes médicas a fim de que FINALMENTE “alguns” médicos se lembrem de que tratam UM SER HUMANO, não UMA DOENÇA!
Gostaria de mandar um grande abraço a seu filho Marcelo, por sua coragem, força e compreensão com tudo que aconteceu, afinal a luta pra ele tb não foi fácil!!
Obrigada e fiquem com Deus!
Lucimara

 

Jeanette Masutti Massa
Quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cara Graziela,
Ao ler o seu livro revivi, com muita emoção, passo a passo, a sua luta e de sua família pela recuperação do Alê. O Alê virou nosso ‘íntimo’, assim como o Má.
As pessoas maravilhosas que você encontrou no hospital e que pôde prestar homonagem em seu livro, também foram as que cuidaram da nossa pequena Gabriella, que também partiu, e somos eternamente gratos a elas.
Parabéns pela sua luta e pelo seu trabalho até hoje. Nós também ajudamos crianças carentes portadoras de câncer. Em 1998 ajudamos a fundar, juntamente com o Dr. Sidnei Epelman, a TUCCA – http://www.tucca.org.br – entidade que trata gratuitamente essas crianças junto ao Hospital Santa Marcelina, em Itaquera/SP. É um trabalho lindo, em que pese toda a amargura da doença.
Um grande e forte abraço……
Jeanette

 

Dr. Luis Henrique de Carvalho
Quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cara Graziela,
Sempre me senti ‘médico’ e, de início, me identifiquei com a visão e a intuição do Alexandre. Já ouvi que nascemos médicos e penso um pouco assim. Mas é preciso mais que um diploma para realmente termos a dimensão do trabalho com a angústia e a dor.
Sou de família humilde e estudei em escola pública. Tive uma história não tão peculiar aos meus companheiros de curso e ingressei na faculdade de medicina aos 32 anos, após muita luta e determinação. Hoje, sou acadêmico do sexto ano na Estadual de São José do Rio Preto (Famerp).. Sempre fui atendido via SUS e minha família também. Sempre observei as carências às quais relegamos nossos pacientes e sempre tentei dar maior atenção e informação que pudesse. E, ao ler seu livro, entrei em contato mais direto com o drama de uma medicina técnica e, em certos momentos, despersonalizada ao paciente e à família. Aflitiva e dolorosa a todos. Entendo os médicos e seus parâmetros, mas também me coloco em seu lugar. O diagnóstico e o tratamento são nossas vias de conduta, mas a execução é a pauta de ambas as partes, ou deveria ser. E a construção da confiança – base de nossa profissão – passa por essa relação de maior proximidade. É claro, tenho de me precaver e ser profissional. Mas acho que uma relação mais pautada no paciente só acrescenta a todos. E isso, infelizmente, não é proporcionado pelas escolas médicas.
Fico muito agradecido em ler seu livro e me solidarizo com você e os familiares.
E gostaria de dizer, também, que o Alexandre seria, certamente, um ótimo médico. E que isso não se perdeu, ao contrário, incorporo parte dessa vivência e passo a utiliza-la em meu dia-a-dia. Penso que é um aprendizado de valor sem igual para o médico que vou me tornar.
Um grande abraço,
Luís Henrique

 

Maria Gabriela Rodrigues
Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Meu nome é Maria Gabriela Rodrigues, tenho 24 anos e sou aluna da Faculdade Unicesp Saúde de Brasília faço o curso de Radiologia Médica.Minha professora de Humanização, professora Aline, indicou-me o livro ‘O Pequeno Médico’.
Amei o livro, me emocionei bastante, vivi intensamente cada página. Li o livro em pouco tempo, menos de um dia, uma leitura gostosa e sensível, porém triste. O sofrimento do Marcelo mexeu muito comigo e também a dedicação de mãe me tocou profundamente. Mergulhei no universo de Alê.
Esse livro levou-me a refletir sobre a Humanização no atendimento Hospitalar. Tem uma frase que tirei do livro e levarei pra sempre comigo: ‘Um bom médico é quem ouve seu paciente, às vezes com os ouvidos, às vezes com os olhos e sempre com o coração’.
Maria Gabriela Rodrigues

 

Adriano Londres
Terça-feira, 26 de junho de 2007

Prezada Graziela,
Parabens! Nao existe outra forma de comecar este email que nao seja desta.
Estava eu no Aeroporto do Galeao (RJ), aguardando meu voo para a Bahia, onde fora convidado para realizar duas palestras para um seminario da Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia (SBAO) nos dias 25 e 26 de maio ultimo. Fora convidado em nome da Associacao Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), entidade representativa de hospitais diferenciados no Brasil, da qual sou um de seus vice-presidentes.
Como de rotina, fui a livraria do aeroporto e lá se encontrava o seu ‘O Pequeno Medico’. Embora nao seja medico, por ter nascido, crescido e trabalhar no ambiente da saude, o título me chamou atencao e resolvi comprá-lo. Desde entao, tornou-se meu companheiro inseparável. Nao conseguia parar de ler…e de me emocionar. Em varios momentos chorei e, em outros, burramente prendi o choro na garganta por estar em local publico. Chorei por uma mãe dedicada que mesmo não a conhecendo, partiu minha alma. Chorei pelos descaminhos da Medicina deshumanizada.
Sem mesmo lhe conhecer, passei a admira-la pela forma como viveu e se dedicou ao seu querido Alê, nosso ‘pequeno medico’ assim como pela coragem de reviver tudo isto ao escrever este livro. Você nos mostra a importancia de curtir intensamente a magica da relação única com nossos filhos e nos faz sentir e viver a dimensao infinita do amor de pais em relacao a seus filhos.
Trabalho há 15 anos na área da Saúde, motivo pelo qual muito me interessei por seu livro. Em algumas das passagens, você nos da uma contribuição que transcende o seu desejo de escrever para o Marcelo e para todos nós. Me peguei pensando sobre o quanto que você, como mãe e acompanhante de um paciente, tem a contribuir para o resgate da relação médico-paciente, assustadoramente esquecida nos dias de hoje. Alias, o pequeno Alê, munido de grande sabedoria ja dizia isto. A medicina se tornou um tanto anonima, algo inaceitável, partindo-se da premissa que deve ser pautada por relacões de confiança entre médicos e pacientes em primeirissimo lugar. Não posso deixar de registrar que você tangencia esta questao importantissima.
Imagino o quanto sua participação poderia ser util em congressos médicos, passando um pouco do que viveu. Ninguem melhor do que você poderia contribuir com reflexões sobre os descaminhos da Medicina. Afinal, mesmo sem ser médico formado, em sua essencia Alê se mostrou mais conhecedor do papel do medico que uma parcela importante dos médicos. Alê se mostrou de fato um ‘pequeno, mas grande, médico’.
um abraco,
Adriano Londres

 

Maria Helena Cardoso Barth

Querida Grazi!
Fico feliz por ti, com o sucesso de ‘O Pequeno Médico’.
Que bom que as pessoas pararam um pouco para uma reflexão, pois o teu livro é um momento de reflexão. O Alê viveu tão pouco, mas deixou um exemplo de aceitação, abnegação, alegria mesmo nos momentos mais difíceis e coragem.
Um grande beijo
Maria Helena

 

Julia Mainardi

Graziela:
Você conseguiu transformar um relato de doença, morte e sofrimento numa celebração do amor e da vida.
Linda homenagem a teu filho.
Beijo.
Julia Mainardi.

 

Dulce Parciasepe Renge

Gra, oi!
Gostei muito de vc ter colocado ,nos agradecimentos, o nome de cada um das equipes de enfermagem, fisio e nutrição. Eles têm, p/ o paciente, muitas vezes mais importância que os médicos, inábeis no contato.
Trabalhei por quase 8 anos no HC e trabalho há 11 com pacientes soropositivos, e é uma luta lidar com os médicos . Lembro-me de mim, no Incor, literalmente correndo atrás de um médico, descendo as escadas às pressas com ele, tentando que ele me ouvisse a respeito do funcionamento emocional daquela pessoa que ele atendia, e ele não se dignou a parar para me ouvir. Percebi, nessa hora, que infelizmente ele também não pararia p/ ouvir os pacientes em suas angústias , medos e opiniões.
Quem tem medo de gente não poderia ser médico,concorda ?
Fique com Deus e até mais ler.
Bjs
Dulce

 

Beth Kammüller

Graziela,
Quero parabenizá-la pelo livro, mas principalmente por seu sentimento de mãe incansável, protetora e de um amor sem tamanho. Tão linda. Fiquei impressionada como você teve tanta energia e tanto amor para uma situação tão desesperadora.
Estou eu, hoje, em tratamento de um câncer de mama e tenho até vergonha de dizer que este tratamento é doloroso e outras coisas mais, diante de toda a sua coragem.
A sua comovente história nos dá uma grande lição de vida e de onde estiver, seu ‘Pequeno Médico’ estará agradecido e feliz pelo grande carinho de vocês.
Um abraço,
Beth

 

Luciana de Camargo Corsi

Graziela,
Li o seu livro em uma noite, foi muito emocionante, ri, chorei e me lembrei de cenas no Bola de Neve da mãe Maravilhosa que conheci, e reconheci no relato dessa historia. A mãe que com aquele barrigão, esperando o Alê, sentava no murinho do tanque de areia e construía bolos para o Marcelo com um amor incondicional. A mãe que se preocupava com a chegada de um bebê na vida de uma criança pequena. A mãe que quando o Alê foi também meu aluno, ficava com o coração apertado na adaptação à escola vendo-o com um bico de choramingo no seu rosto bochechudo, mas ao mesmo tempo o encorajava. _ ‘Vai Alê a tia Lú é legal!’.
Você foi para mim um exemplo de mãe amorosa, dedicada e ponderada. Acabo de descobrir que entre todas essa qualidades você é ESPECIAL, não foi só Alê que foi um menino para lá de Especial a mãe dele sempre será e ele sabe disso. Escreveu um livro de uma maneira única com competência e maturidade emocional de poucos.
Parabéns pelo Dia das Mães, sempre duas vezes.
Um beijo com muito carinho da Tia Lú

 

Dr. Mario Vieira Guarnieri
Quarta-feira, 09 de maio de 2007

Querida Grá,
ontem, depois da sua noite de autografos, ao deitar comecei a ler o prelúdio do seu livro… Não podia imaginar o que ia me acontecer. Exatamente a 01.05 h eu havia terminado de ler e compartilhar toda essa avalanche de emoções que foi a partida do Alê.
É muito duro Grá, quando percebemos estamos nos escondendo atrás de toda parafernalha tecnológica, de toda máscara que fomos treinados a vestir pra ver se conseguimos escapar um pouco desse enorme sofrimento. Tenha certeza que muitos de nós derramamos nossas lagrimas escondidas nos vestiários do centro cirurgico, no ‘conforto médico’ da uti e em outros lugares secretos pra poder esconder nossa impotencia frente a situações como a do seu pequeno médico.
Admiro muito como voce enfrentou tudo. Voce é uma menina iluminada que fez com que o Alê, o Marcelo e todos que passaram por isso tivessem seu sofrimento diluído com uma enorme dose de amor.
Muito obrigado por mostrar um pouco do ‘outro lado’ do meu dia a dia.
Parabens pela coragem e pelo seu carater tão forte.
Um grande beijo,
Mario Guarnieri

 

Lismaria Sampaio Assunção

Querida Graziela
Me sinto grata por seu altruísmo me fazendo compartilhar dessa vivência tão intensa quanto dolorosa.Percebi o quanto tenho fugido, desse compartilhar em várias ocasiões, simplesmente porque não quero acreditar na morte. Essa síndrome de imortalidade que assola os seres humanos, apesar das evidências provarem o contrário.
Você me deixou mais perto da condição humana, do imponderável e da impermanência. O que mais me impressionou em seu relato foi seu equilíbrio emocional constante para lidar com os filhos e com seus processos internos frente a tudo o que acontecia.
Em momento nenhum da leitura seu relato cai numa autocomiseração, ele é limpo translúcido no ponto certo. E mesmo assim intensamente tocante. Esse se dar, de forma incondicional e irrestrita, é de uma maravilha e de uma poesia que me faz rever o que é ser mãe de verdade. Fico feliz pelo Marcelo e pelo Alexandre, mães com essa dimensão são raras.
Acredito que ‘O pequeno médico’ vai ajudar muita gente, independentemente de estarem passado pelas mesmas situações. É impossível chegar ao fim do livro sem uma reflexão sobre si mesmo e sobre a vida.
Um beijo carinhoso, é um grande orgulho partilhar este momento de sua vida.
Lys